domingo, 8 de novembro de 2015

REAL: O caso de Sylvia Linkens



Com um post diferente hoje lhes apresento a menina Sylvia Likens e um dos crimes mais brutais já cometidos nos Estados Unidos que inspirou dois filmes. 


Atenção: Esta postagem contem detalhes de tortura e fotos do corpo da vítima.


Sylvia Likens





NOTA:
Assistimos ambos os filmes e assim o interesse pela história de vida dessa garota aumentou e não podíamos pensar em outro post. 
Enfim é assombroso todos os fatos, e nos causa profunda tristeza e revolta, inclusive noites de insônia saber que um caso desse foi real. 
Compartilha-lo com vocês seria o mais apropriado a se fazer.
por Mundo de Helena.



Sylvia Marie Likens nascida em Lebanon, em 3 de janeiro de 1949  — Indianápolis, e falecida em 26 de outubro de 1965, foi uma adolescente norte-americana torturada até a morte por Gertrude Baniszewski, seus filhos e diversas outras crianças da vizinhança.
Seus pais eram atores circenses e deixaram Sylvia e sua irmã Jenny aos cuidados da família Baniszewski três meses antes da sua morte em troca de 20 dólares por semana. Baniszewski, dois de seus filhos; Paula e John, dois jovens da vizinhança; Coy Hubbard e Richard Hobbs, foram acusados e condenados pelo crime. Sua tortura e assassinato foram descritos pelo procurador público do caso como o "mais terrível crime cometido no estado de Indiana".





Sylvia Likens, carinhosamente chamada de "Cookie" tinha como paixão dança e patinação, e as músicas dos Beatles.
Era a terceira filha de um casal de atores circenses, Betty e Lester Likens. Ela era filha do meio entre seus dois irmãos mais velhos, Diana e Daniel, que eram gêmeos, e de Jenny e Benny, também gêmeos, Jenny por sua vez era vítima de paralisia decorrente de polimielite e um ano mais nova que Sylvia. O casamento dos Likens era instável, e eles viviam se mudando diversas vezes. Sylvia constantemente era obrigada a ficar com parentes ou conhecidos quando seus pais estavam em turnê com o circo. Em seus 16 anos de vida, Sylvia morou em nada menos que 14 endereços diferentes. Antes ela era deixada na casa da avó ou viajava com os pais quando eles não encontravam ninguém para cuidar dela e da irmã.
Em 1965, Sylvia e sua irmã Jenny estavam morando com a mãe em Indianapolis, mas logo ela estaria viajando com o circo novamente.
Lester Likens, que havia se separado da mulher recentemente, fez as pazes com a esposa, e então deixou as duas filhas com Gertrude Baniszewski, mãe de Paula, uma garota que as Likens haviam conhecido.





Apesar de Gertrude e suas sete crianças serem pobres, Lester Likens, em seu depoimento, disse que não adentrou ao interior da casa para ver suas condições para receber as filhas, mas encorajou Baniszewski a "endireitar suas filhas assim como fazia com as próprias crianças."






Baniszewski, descrita pelo jornal Indianapolis Star como uma mulher anêmica e depressiva, fruto do stress de casamentos fracassados, começou a descontar sua raiva nas meninas Likens, batendo nas duas quando o primeiro pagamento chegou atrasado.
Abaixo Gertrude Baniszewski:





Baniszewski aumentou os abusos contra Sylvia. Gertrude a acusou de ter roubado doces de um supermercado, doces que ela na verdade havia comprado, e humilhou a garota quando ela admitiu que tinha um namorado. Ela chutou Sylvia nos genitais e a acusou de estar grávida.
Paula Baniszewski, filha de Gertrude, era quem estava grávida na época, derrubou Likens e a chutou no chão.
No julgamento foi provado, em contrapartida da defesa de Baniszewski, que Sylvia nunca ficou grávida.
Em agosto 1965, Phyllis e Raymond Vermillion se mudaram ao lado da família Baniszewski e imediatamente notaram o abuso e violência contra Likens. No entanto eles não avisaram as autoridades, sem qualquer preocupação.
Abaixo Gertrude, e Richard Dean Hobbs:






Likens foi acusada de fazer fofocas no colégio sobre Stephanie e Paula, acusando-as de serem prostitutas. Este foi, supostamente, o motivo do namorado de Stephanie, Coy Hubbard, atacar Sylvia fisicamente.
Baniszewski também acusou Likens de ser uma prostituta, e dava ‘sermões’ sobre a podridão, sujeira de prostitutas e mulheres em geral como se Paula fosse imaculada e a suja fosse mesmo Sylvia.
Durante esse tempo, Likens roubou uma ROUPA de academia da escola, mesmo ela não podendo ir nas aulas de Educação física, mas Baniszewski encontrou a roupa e arrancou dela a confissão espancando-a e queimando-a com pontas de cigarros – a pratica se tornaria rotineira.
Baniszewski começou a encorajar Hubbard e outras crianças da vizinhança a atormentar Likens, que ficava sem comer quase nada por dias, incluindo, entre outras coisas, joga-la pelas escadas, queimar sua pele com cigarros e a fazendo tirar a roupa e forçando inserir uma garrafa de Coca-Cola em sua vagina na frente de garotos da vizinhança.
As torturas foram diárias e constantes, inclusive Jenny foi também forçada a bater na irmã, e dia após dia cresciam os mau tratos contra Sylvia, e eram assistidos por diversas crianças vizinhas que se divertiam ao espancar e abusar de Sylvia, todos encorajados por Gertrude.


Abaixo Sylvia e sua mãe Betty Likens:





Após isso, Gertrude começou a agredir Sylvia frequentemente, até que a garota foi retirada da escola e não lhe foi mais permitido sair de casa. Quando Likens urinou em sua cama, foi trancada no porão da casa e proibida de usar o banheiro. Mais tarde, ela foi obrigada a consumir seu próprio vomito, urina e as fezes espalhadas pelo porão. Nesse período, Baniszewski começou a tatuar no dorso de Sylvia a frase "I'm a prostitute and proud of it!" (Sou uma prostituta e tenho orgulho disso) com uma agulha aquecida. Como Gertrude não conseguiu terminar a frase, Richard Hobbs a finalizou.






Uma vez Jenny Likens conseguiu fazer contato com a irmã mais velha, Diana, através de uma carta descrevendo os horrores que ela e Sylvia estavam passando.
Jenny pediu a Diana que chamasse a policia. Diana ignorou a carta, acreditando que ela só estava descontente com alguns castigos e estava inventando histórias pra poder ir morar com ela.
Jenny e sua irmã Diana no julgamento:






Diana não muito tempo depois da carta, foi visitar as irmãs, Baniszewski se recusou a deixá-la entrar na casa. Diana então se escondeu perto da casa, até que ela avistou Jenny lá fora, e se aproximou dela. Jenny disse a irmã mais velha que ela não podia falar com ela e saiu correndo.
Preocupada, Diana chamou o serviço social, contando que Baniszewski disse que Sylvia Likens tinha sido enxotada da casa por ser uma prostituta imunda, e que desde então ela não voltou. Quando um assistente social apareceu na casa de Baniszewski e perguntou sobre Sylvia, Baniszewski mandou Jenny mentir para o assistente social sobre onde Sylvia estava, ameaçando fazer o que ela fazia com Sylvia se ela não mentisse.
Apavorada com o que Baniszewski poderia fazer com ela se contasse a verdade, Jenny disse ao assistente que Sylvia havia fugido. O assistente social voltou ao escritório, onde preencheu as papeladas dizendo que não era preciso mais visitas a casa de Baniszewski.
Jenny Likens, a irmã mais nova de Sylvia:




Sylvia tentou fugir poucos dias antes da sua morte, após ouvir um plano de Baniszewski em deixá-la morrer em um depósito das redondezas. Todavia, Sylvia foi pega por Gertrude logo na porta, sendo como punição amarrada no porão onde comeu somente biscoitos secos.
Devido as torturas na região genital, Sylvia ficou incontinente, e passou a ser trancada no porão. Na maioria das vezes Sylvia era obrigada a ficar nua e com fome.
Gertrude a levava para o lavatório onde a banhava com água fervendo e tratava suas feridas com sal.
Dois dias mais tarde, Gertrude tentou surra-la com uma pá mas ao tentar acerta-la errou e acabou acertando a si própria, vendo isso então Coy Hubbard espancou Sylvia com um cabo de vassoura. Ele bateu diretamente na cabeça da menina até ela perder a consciência.
O porão onde Sylvia ficou confinada:






Em 26 de outubro de 1965, após múltiplas escoriações, ela morreu de Hemorragia cerebral, segundo o relatório médico.
Assim que Stephanie Baniszewski e Richard Hobbs perceberam que Sylvia não estava respirando, Stephanie tentou aplicar respiração boca-a-boca até perceber que ela estava morta.





Baniszewski mandou Richard Hobbs chamar a policia, que teve acesso a uma carta a qual Sylvia tinha escrito alguns dias antes, obrigada por Gertrude, a qual dizia que ela havia feito sexo com um grupo de jovens por dinheiro, e que eles a levaram de carro, bateram nela, a queimaram e tatuaram a frase no seu dorso.





Antes da Polícia ir embora, Jenny Likens parou um dos policiais e sussurrou: "Me tire daqui e lhe contarei tudo."
Durante o conturbado julgamento, Baniszewski negou qualquer responsabilidade pela morte de Sylvia, alegando insanidade mental.
Segundo seu depoimento, ela afirmou que estava muito doente para tomar conta de suas crianças. Os advogados dos menores envolvidos (Paula e John Baniszewski, Richard Hobbs e Coy Hubbard) afirmaram que eles foram pressionados por Gertrude para cometer as torturas.
Quando Marie Baniszewski, a filha de onze anos de Gertrude, foi convocada como testemunha de defesa, ela mudou o discurso e admitiu que havia sido forçada pela mãe para aquecer o alfinete com o qual Hobbs tatuou na pele de Sylvia Likens e que havia visto a mãe agredir Sylvia no porão.

Túmulo de Sylvia:





Em 19 de maio de 1966, Gertrude Baniszewski foi condenada pela prática de assassinato em primeiro grau, porém foi poupada da pena de morte, e condenada à prisão perpétua. Sua filha Paula, que deu à luz uma menina durante o julgamento, a qual deu o nome de Gertrude em homenagem a mãe, foi condenada por assassinato em segundo grau e também pegou prisão perpétua. Richard Hobbs, Coy Hubbard e John Baniszewski foram enviados para um centro juvenil, onde ficaram dois anos presos.
Em 1971, Paula e Gertrude Baniszewski foram julgadas novamente. Paula confessou sua culpa e foi solta dois anos depois.
Gertrude Baniszewski, todavia, foi novamente condenada por assassinato em primeiro grau. Ela conseguiu condicional em 1985, apesar da indignação pública e de pedidos contra sua libertação: Uma petição com mais de 4000 assinaturas contra a liberdade de Baniszewski foi apresentada. Jenny Likens também se manifestou contra em um programa de TV, mas de nada adiantou.
Na cadeia Baniszewski realizou trabalhos como costureira, e teve contato com todas as companheiras de cela, que a chamavam pelo apelido de "mãe".
Além de torturadora e assassina Gertrude também era tida como pedófila, mas pouco pode se provar sobre isso.

Abaixo no julgamento Richard Dean Hobbs e John Jr.:





Gertrude Baniszewski mudou seu nome para Nadine van Fossan, nome de solteira e se mudou para Iowa, onde morreu de câncer no pulmão no dia 16 de junho de 1990.




Conta-se que Jenny Likens, que estava casada e morando em Beech Grove, Indiana, viu o obituário de Gertrude no jornal e escreveu para sua mãe uma carta: "Boas notícias: a maldita Gertrude morreu. Ha ha ha! Estou feliz com isso".
Jenny Likens morreu de infarto do miocárdio em 23 de junho de 2004, com 54 anos. A casa no endereço 3850 East New York Street onde Sylvia foi torturada, ficou abandonada nos 44 anos desde o crime até que foi finalmente demolida em 23 de abril de 2009.




Richard Hobbs morreu de câncer de pulmão com 21 anos, quatro anos depois de deixar o reformatório.
Após o massacre na Westside Middle School, John Baniszewski, chamando a si próprio de John Blake, fez uma declaração dizendo que jovens criminosos não são irrecuperáveis, descrevendo como ele conseguiu superar seu passado de crimes.
Ele morreu em um hospital de Lancaster, Pensilvânia, em decorrência de complicações de diabetes, em 19 de maio de 2005. Estava com 52 anos, sendo casado e pai de três filhos.
Coy Hubbard, o namorado de Stephanie Baniszewski que usou golpes de judo contra Sylvia, passou a vida saindo e entrando na cadeia, tendo sido acusado tempos depois de assassinar dois homens. Ele morreu com 56 anos de ataque do coração em 23 de junho de 2007 em Shelbyville, Indiana. Ele tinha uma esposa, cinco filhos, dezessete netos e um bisneto.
Paula Baniszewski, que foi presa junto da mãe com dezessete anos, foi condenada à vinte anos de prisão. Enquanto presa, deu à luz uma menina (inicialmente chamada Gertrude) que mais tarde foi adotada. Ela realizou uma tentativa fracassada de fuga da prisão em 1971.
Em 1972 recebeu condicional e assumiu uma nova identidade. Ela acabou casando e tendo dois filhos; últimos indícios afirmam que ela vivia em uma fazenda em Iowa, com relatos recentes afirmando que estava morando na cidade de Marshalltown, ainda em Iowa.

A menina Likens:





No ano de 2012, uma assistente escolar no estado de Iowa foi suspensa da escola de nível médio do distrito. Segundo consta, ela trabalhava no local como professora substituta desde 1996. Após uma denúncia anônima, que começou com um rumor postado no facebook, foi denunciado para a polícia que a mulher chamada de Paula Pace era na verdade Paula Baniszewski, e que queriam que as pessoas soubessem de seu passado criminoso. A administração não informou o motivo da suspensão de Pace, mas reuniões foram agendadas para discutir o caso. Após uma investigação, Pace foi demitida pela prefeitura de Conrad.
Segundo o representante da prefeitura, ela teria dado informações falsas durante o processo de contratação, e se recusou a dar mais explicações.


As acusações de participação de Stephanie Baniszewski, segunda mais velha, na morte de Sylvia foram retiradas depois que ela colaborou com a justiça. Ela virou professora e teve vários filhos.
As acusações de participação no crime de Anna Ruth Siscoe, Judy Darlene Duke, Michael John (Mike) Monroe, e Randy Gordon Lepper foram retiradas. Randy Lepper morreu em 14 de novembro de 2010 em Indianapolis com 56 anos.


Esse crime horrendo e tão comentado serviu de inspiração para o filme A vizinha "The girl next door" de 2007 dirigido por Gregory Wilson e baseado num livro de Jack Ketchum sobre o caso.






O roteiro do filme foi inspirado no fato de Sylvia e alguns detalhes e nomes modificados:
Estados Unidos, anos 50. Meg e Susan são duas irmãs que perdem os pais em um acidente e, por ordem judicial, passam a morar na casa de uma tia liberal chamada Ruth. Mas Ruth também é uma mulher perturbada, que defende radicalmente seus três filhos homens, e passa a infernizar a vida das garotas - em especial Meg, que passa a ser alvo de torturas físicas e psicológicas. A única esperança das garotas é David, um garoto vizinho da família e testemunha das atrocidades que passam a ser praticadas contra Meg e Susan no porão da casa de Ruth.






O filme é cru e realista retratando as torturas que Sylvia passou, é um filme forte, comovente e chocante.





Abaixo Blythe Auffarth no papel da menina:









Também O filme "An American Crime" (Um crime Americano) estrelando Catherine Keener como Baniszewski, Ellen Page como Likens, e Jeremy Sumpter como Coy Hubbard estreou em 2006 como uma versão mais fiel a história de Sylvia Likens e foi dirigido por Tommy O'Haver.






Baseado nessa história real que chocou a nação, o filme retrata mais detalhadamente a história de Likens mas suavizou muitos dos fatos originais.
Sylvia (Ellen Page) e Jennie Fae Likens (Hayley McFarland), as duas filhas de um casal que trabalha com um circo são deixadas para uma estadia demorada em Indianápolis, na casa de Gertrude Baniszewski, uma mãe solteira com sete crianças. Tempos difíceis, e as necessidades financeiras de Gerturdes (Catherine Keener), obrigam-na a fazer este arranjo antes de perceber como esta obrigação levará sua natureza instável a um ponto de ruptura.






Ainda assim "Um crime americano" é um filme muito triste, e revoltante baseado nesse crime, considerado o mais brutal de Indiana.









Diana Likens Knutson ajudando a segurar a bandeira com suas irmãs no  túmulo de Sylvia Likens em Indiana, em 2015:






"Considero a história de Sylvia Likens um ato desumano e cruel que é a prova viva de como a maldade da humanidade não tem limites, não há descrição cabível para expressar o tamanho da revolta sobre esse fato hediondo.
Ela sofreu muito, sofreu torturas e mau tratos que não merecia, e tinha todo um futuro pela frente que foi interrompido pela brutalidade e falta de caráter desse ser, seus filhos de índole má e mau instruídos e diversos vizinhos que não possuíam empatia nem escrúpulos, e um compactuou com o outro nesse crime covarde.
Não há palavras para expressar meu repudio a uma sociedade que é capaz de algo assim, e que muitas vezes fica impune."
Helena Dalillah







Até quando vamos viver vendo pessoas inocentes sofrendo e tantos crimes sendo cometidos sem um pingo de humanidade, sem nem um pouco de consciência? 


Helena Dalillah



6 comentários:

  1. Vi os dois filmes e mesmo já conhecendo a história ainda assim fiquei mal em ler isso.Como é possível fazer isso com alguém,ainda mais uma menina doce e inocente de tudo.Nem há nome pra isso,é tão cruel que beira o surreal,mas a maldade de alguns que nem se pode chamar de humanos torna isso realidade.
    O GÊNERO HUMANO NÃO PODE SUPORTAR TANTA REALIDADE

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  2. Todos são nojentos, inclusive os pais da Sylvia... Que porcaria de pais!! Que porcaria de irmã!!!

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    1. Também acho, mas a educação dá época era mais rígida, e as pessoas então não se envolviam muito na vida dos vizinhos, deu nisso.Mss,nem mudou tanto, não teve aquela garota que viveu anos e anos sendo abusada pelo pai e morando em porã? Quando se vê algo suspeito as pessoas se calam até hoje

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  3. Com uma merda de irmã dessas, quem precisa de inimigos?

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    1. Nossa... Tu ficou com vontade de colocar a irmã dela em um porão?

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  4. DE fato uma história muito triste. E saber que existe outras tantas semelhante.
    E aquilo que eu sempre falo; sempre há pessoas que sabem , mas fingem não ver. O que vemos todos os dias.
    Ao post, bela pesquisa e textos. Parabéns!
    não me lembrarei do nome agora, mas existe um fato parecido que ocorreu no japão, a menina foi sequestrada , torturada até a morte e depois c colocaram dentro do concreto. SE gostas deste tipo de assunto pesquise.
    Mas uma vez parabéns!!

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